(Todas as informações aqui expostas têm por base literatura fidedigna)
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Couve kale ou frisada

A couve é um dos alimentos mais saudáveis que se pode adicionar a uma dieta.

É uma excelente fonte de vitaminas A e C e de potássio. 
Rica em cálcio, ferro e folato, contém uma variedades de fito-químicos incluindo a luteína, que beneficia a visão e o combate ao cancro.
Contém carotenóides e flavonóides, dois dos muitos e poderosos antioxidantes existentes na couve, que são conhecidos por lutar especificamente contra a formação de células cancerosas.

A couve é  uma escolha inteligente na batalha contra a oxidação celular para além de todo o conjunto de benefícios referidos.

Já considerada um super alimento, a couve kale é a rainha de todas elas.

Grão-de-bico


O grão-de-bico é largamente consumido na Península Ibérica sendo um dos alimentos mais populares e com enormes benefícios para a saúde.

Consumido regularmente pelos vegetarianos devido à sua quantidade de proteínas e variados modos de utilização.

O seu uso passa pelas sopas, saladas, acompanhamentos, como prato principal ou ainda no tão agradável húmus. 

Nos seus benefícios contamos com a redução de colesterol, fortalecimento do sistema imunológico, no bom funcionamento intestinal devido ao seu alto teor de fibra e ainda na prevenção ou tratamento da anemia por conter ferro e ácido fólico.

Para além de tudo isto, o grão de bico também melhora o humor porque possui altas taxas de triptofano, uma substância que estimula a produção de serotonina, responsável pela ativação dos centros cerebrais que dão a sensação de bem estar, satisfação e bem estar.

Por isso já é chamado o alimento da alegria!

Tomate

Talvez seja o alimento que contem maior quantidade de licopeno, uma substância carotenóide que lhe dá a cor avermelhada e um antioxidante que ajuda a impedir e reparar os danos das células causados pelos radicais livres. 

Conjuga o seu efeito cardioprotetor com a redução do mau colesterol e da pressão elevada prevenindo assim enfarte do miocárdio.
A sua forte acção antioxidante é uma protecção das doenças cancerígenas, sobretudo no cancro da próstata devido à diminuição dos níveis de PSA.
Diminui a retenção de líquidos porque tem propriedades diuréticas.
É rico em vitamina A, C e E, minerais importantes como o fósforo e o potássio, além de ácido fólico e cálcio.

Devido às suas propriedade  benéficas podemos considerar  um alimento a consumir diariamente de preferência maduro.

Cozinhado ou conjugado com azeite todos os seu nutrientes são potencializados o que nos dá uma larga variedade de receitas.

Podemos consumi-lo simplesmente em salada temperada com azeite, creme de tomate, gaspacho, sumo, seco, assado ou ainda introduzi-lo em sopas e na preparação de vários pratos.

Um alimento riquíssimo e muito saboroso que nunca deve faltar nas nossas cozinhas.

A preferência pelos produtos biológicos


Inicialmente podemos pensar que comprar produtos biológicos  vai provocar um grande défice no orçamento familiar, mas na verdade as vantagens são compensatórias.
Num produto biológico podemos aproveitar "da rama à raiz" sem haver praticamente perdas.

Os legumes biológicos podem e devem ser cozinhados com casca (onde quase sempre se concentram a maior quantidade de nutrientes) e fazer o consumo de folhas e ramas.
Este aproveitamento vai reduzir os custos e os resíduos doméstico, sendo assim uma mais valia ecológica.
Os produtos biológicos têm também uma duração mais longa, mantém-se frescos e rijos durante mais tempo, não havendo perdas desde a compra à utilização.

Além dos motivos económicos a questão da saúde é muito importante, para quem os consome e para quem os cultiva e trata.

Nos EUA foi feito um estudo pelo National Research Council (NRC) que concluiu que a ingestão alimentar representa a principal fonte de exposição a pesticidas em bebes e crianças, e essa exposição pode ser responsável pelo aumento de riscos à saúde.
Este estudo foi feito com base na dieta de 23 crianças em idade escolar através do biomonitoramento urinário.
Substituindo a maioria das dietas convencionais das crianças por alimentos orgânicos e fazendo duas amostras diárias de urina, durante o período de 15 dias de estudo, detectaram que as concentrações urinárias médias dos metabólicos específicos para melatião e clorpirifós (pesticidas usados na agricultura) diminuíram para os níveis não detectáveis ​​imediatamente após a introdução das dietas orgânicas e permaneceram indetectáveis ​​até que as dietas convencionais foram reintroduzidas.

Analisaram ainda vários frutos e legumes e criaram uma lista com a indicação dos principais alimentos a não consumir não sendo biológicos.
Essa lista é encabeçada pela maçã, um dos fruto mais vulgares e mais consumidos, sobretudo pelas crianças e a maior parte das vezes sem retirar a casca.

Devemos consciencializar-nos de tudo isto e progressivamente introduzir os produtos biológicos.

Pela minha experiência, posso afirmar que a relação entre os custos, sabor, desperdício e saúde não tenho duvidas em preferir e consumir apenas produtos biológicos.